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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
O recanto da paz... e das Garças
Resultado da revitalização de uma área de 40.000m2, no entorno do Arsenal da Marinha, o local reproduz num espaço naturalístico as diferentes macro-regiões da flora paraense: as matas de terra firme, as matas de várzea e os campos. Uma poética síntese do ambiente amazônico no coração urbano e um exemplo de como se relacionar conscientemente com a natureza.
O parque harmoniza aspectos de prazer e comodidade. Os visitantes têm a chance de fazer seu olhar sobrevoar pontos especiais como o grande lago central, os caminhos sinuosos, os canteiros coloridos, as áreas de estar e os equipamentos de lazer e serviços. Os lagos artificiais do complexo receberam aves pernaltas, marrecos e quelônios criteriosamente selecionados. Recantos com caramanchões em madeira criam oásis de sombra perfeitos para o descanso.
Para quem quer aproveitar o passeio na hora do almoço, o Mangal oferece o melhor da culinária paraense e internacional no Restaurante Manjar das Garças, que funciona das 12h às 3h (quinta a sábado) e 12h a 0h (domingo, terça e quarta). O Mangal também dispõe de quiosques com venda de lanches variados.
Localizado às margens do Rio Guamá, o parque ambiental Mangal das Garças oferece a você a oportunidade de se sentir dentro da floresta amazônica em pleno centro histórico de Belém.
Fonte: SECULT
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Desabamento: Buscas continuam
Defesa Civil apura detalhes sobre o desabamento do prédio na capital.
Uma morte foi confirmada no domingo e cerca de 500 pessoas da vizinhança estão desalojadas. O prédio de 32 andares ficava no Bairro Nazaré e estava em fase de acabamento.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, os dois desaparecidos eram operários que trabalhavam no momento do acidente. As equipes acreditam que eles são Manoel Raimundo da Paixão Monteiro e José Paulo Barros.
Até o momento, foi confirmada a morte de uma mulher, de 67 anos, cujo corpo foi retirado dos escombros por volta das 16h de ontem. Ela foi atingida em uma das casas vizinhas ao prédio. O corpo já foi reconhecido pela família e está no Instituto Médico Legal para liberação.
O desabamento atingiu quatro casas e pelo menos seis moradores tiveram ferimentos leves. Existe ainda a suspeita de que o acidente tenha abalado a estrutura dos prédios residenciais próximos à obra.
Segundo a responsável pela Seção de Resposta Rápida a Desastres e Catástrofes do Estado do Pará, Lúcia Medeiros, ainda não foi concluída a perícia nos edifícios vizinhos, que foram esvaziados. As mais de 500 pessoas desalojadas estão nas casas de parentes e em hotéis.
“Os edifícios que estão nos arredores já foram liberados para que as pessoas entrem, acompanhados de membros ou da Defesa Civil, da Cruz Vermelha ou do próprio Corpo de Bombeiros. Eles entram, nós damos um prazo de 10 minutos para que eles possam pegar coisas essenciais e sair do local. Tudo por questão de segurança.”
Equipes e viaturas de todas unidades operacionais do Corpo de Bombeiros trabalham ininterruptamente na busca dos desaparecidos, com a ajuda de cães farejadores. Dois equipamentos usados para localizar vítimas em acidentes de grandes proporções chegaram a Belém, no início da tarde de ontem, vindos direto do Paraná. Um deles, a almofada pneumática, consegue levantar 66 toneladas de escombros. A outra, denominada Delsar, ajuda a encontrar soterrados com sensores que conseguem detectar até a respiração humana. Segundo o Corpo de Bombeiros, o trabalho de remoção dos escombros deve durar cerca de duas semanas.
Promotores do Ministério Público do estado informaram que o órgão não recebeu nenhuma denúncia referentes a questões estruturais da obra. De acordo com informações do governo do Pará, o proprietário da Construtora Real Class, responsável pelas obras do edifício, negou qualquer irregularidade na construção. O empresário Carlos Lima Paes afirmou que a construtora vai aguardar o laudo sobre as causas do desabamento e que os familiares das vítimas serão indenizados.
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