terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Tribo isolada é fotografada

 Século XXI, Amazônia, Brasil. Até parece que a letra de Um Índio, de Caetano Veloso (E aquilo que nesse momento se revelará aos povos/ Surpreenderá a todos, não por ser exótico/ Mas pelo fato de poder ter sempre estado oculto/ Quando terá sido o óbvio), foi escrita para legendar as fotos feitas pela Funai (Fundação Nacional do Índio), que posteriormente autorizou a Survival International (http://www.uncontactedtribes.org/fotosbrasil) utilizá-las como parte de sua campanha para proteger o território dos índios isolados.  
Segundo a Survival, a tribo fotografada é a mesma que foi registrada pela primeira vez em 2008. Desta vez, as fotos foram mais aproximadas e mostram os índios – que vivem no Brasil, perto da fronteira com o Peru – em detalhes. Elas revelam uma comunidade próspera e saudável com cestos cheios de mandioca e mamão fresco cultivados em suas roças.  
Mas apesar da aparente tranquilidade, a sobrevivência deles está em sério perigo. A razão: madeireiros ilegais estão invadindo o território da tribo no lado peruano da fronteira. Autoridades brasileiras acreditam que é provável que os dois grupos entrarão em conflito. Stephen Corry, diretor da Survival, foi mais longe: “Os madeireiros ilegais irão destruir essa tribo. É vital que o governo peruano os pare antes que seja tarde demais”.  
Para a organização indígena da amazonia peruana Aidesep, o discurso é um só: “Nós estamos profundamente preocupados com a falta de ação das autoridades, apesar das reclamações do Peru e de fora contra o desmatamento ilegal, nada foi feito’.  
Por essas e por outras, a Survival e outras ONGs estão fazendo uma campanha há anos para que o governo peruano aja de forma decisiva para impedir a invasão, mas pouco tem sido feito. No ano passado, uma organização dos EUA, Upper Amazon Conservancy, realizou o último de vários sobrevôos do lado do Peru, revelando mais evidências de extração ilegal de madeira em uma área protegida.  
Para Marcos Apurinã, coordenador da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), salientou que “é necessário reafirmar que esses povos existem e para isso apoiamos a divulgação de imagens que comprovam estes fatos”. E foi mais longe: “Esses povos têm tido seus direitos mais elementares, sobretudo à vida, ignorados... Portanto devemos protegê-los’.  
Outra liderança indígena importante, Davi Kopenawa Yanomami, também engrossou o mesmo discurso. “Tem que cuidar e proteger o lugar onde os índios moram, pescam, caçam e plantam. Por isso é útil mostrar as imagens dos isolados, para o mundo inteiro saber que eles estão lá na floresta deles e que as autoridades devem respeitar o direito deles de morar lá”.  
José Carlos dos Reis Meirelles, sertanista da Funai no Acre, admite também uma dificuldade. “É difícil convencer até o próprio Estado que eles existem. A partir disso, você demarcar um território maior para eles já é uma dificuldade – é um desafio porque você vai mexer com um monte de interesses. E o segundo desafio é manter realmente essa terra isenta de interferência externa’.
Fonte: Globo.com

Pitty em Belém em Abril


A cantora Pitty se apresentará em Belém no dia 30 de abril, no palco da Assembléia Paraense. Ela foi escolhida em uma enquete realizada pela produtora Manga Produções, com 58,88% de aceitação.

Belém 1 estréia nova página e exibe Rainha das Rainhas

Neste ano, o Portal Belém 1 transmitirá simultaneamente o concurso Rainha das Rainhas 2011, que será realizado no próximo dia 25 de fevereiro no Hangar - Centro de Convenções da Amazônia.

A idéia da transmissão simultânea servirá para que haja uma opção, já que o concurso causa um congestionamento na página em que se origina, dificultando a visualização com algumas conexões.

Além disso, a transmissão do concurso inaugurará a página Belém Live, uma nova idéia do Portal Belém 1 para levar entretenimento e diversão aos seus internautas.

Lembramos que o Portal Belém 1 não tem quaisquer direitos sobre o concurso ou a transmissão do mesmo. A retransmissão será apenas uma opção para que alguns internautas que não tenham uma conexão que viabilize o processo de exibição do streaming original, possam conferir também um concurso tão bonito e que já virou tradição no carnaval paraense.

Bichinhos muito loucos numa corrida alucinante


Encare uma corrida muito louca, com obstáculos alucinantes e com um único objetivo: a linha de chegada.
Para jogar, clique aqui

Você já pode trabalhar nas docas?


Simule uma entrega de carga e encare uma estrada muito louco neste game, que lembra muito as atividades da Companhia de Docas do Pará. Para jogar, clique aqui

Fuga no Zoológico?


Ajude essa galerinha animal a fugir do Zoológico. Só que você precisa descobrir como. Boa Sorte!
Para jogar, clique aqui 

O recanto da paz... e das Garças


Resultado da revitalização de uma área de 40.000m2, no entorno do Arsenal da Marinha, o local reproduz num espaço naturalístico as diferentes macro-regiões da flora paraense: as matas de terra firme, as matas de várzea e os campos. Uma poética síntese do ambiente amazônico no coração urbano e um exemplo de como se relacionar conscientemente com a natureza.
O parque harmoniza aspectos de prazer e comodidade. Os visitantes têm a chance de fazer seu olhar sobrevoar pontos especiais como o grande lago central, os caminhos sinuosos, os canteiros coloridos, as áreas de estar e os equipamentos de lazer e serviços. Os lagos artificiais do complexo receberam aves pernaltas, marrecos e quelônios criteriosamente selecionados. Recantos com caramanchões em madeira criam oásis de sombra perfeitos para o descanso.
O Armazém do Tempo, logo na entrada do parque, é um antigo galpão de ferro, usado como oficina mecânica no reparo de embarcações, que foi restaurado para abrigar um ambiente alternativo. Nele, os visitantes podem comprar plantas, artesanato, livros e CDs de artistas paraenses ou saborear um café.
Para quem quer aproveitar o passeio na hora do almoço, o Mangal oferece o melhor da culinária paraense e internacional no Restaurante Manjar das Garças, que funciona das 12h às 3h (quinta a sábado) e 12h a 0h (domingo, terça e quarta). O Mangal também dispõe de quiosques com venda de lanches variados.
Localizado às margens do Rio Guamá, o parque ambiental Mangal das Garças oferece a você a oportunidade de se sentir dentro da floresta amazônica em pleno centro histórico de Belém.

Fonte: SECULT

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